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Economia | 16/01/2013 - 16:43

Augusto Lara diz que empresas que doam recursos para o próximo podem ter a certeza do bom retorno

Secretário esteve na primeira reunião-almoço da CIC e falou sobre as vantagens e formas de acesso aos benefícios fiscais da Lei da Solidariedade

Marina Granzotto/Objetiva/Divulgação Lara destacou que apenas duas empresas contribuem com projetos sociais por meio da Lei da Solidariedade, em Caxias. Lara destacou que apenas duas empresas contribuem com projetos sociais por meio da Lei da Solidariedade, em Caxias.

O secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social do Rio grande do Sul, Luís Augusto Lara, falou sobre as vantagens e formas de acesso aos benefícios fiscais da Lei da Solidariedade, no CIC de Caxias do Sul. Ele destacou que a solução para os problemas de gestão pública passa pelos mecanismos de incentivos regionais, em que o setor produtivo escolhe onde aplicar o dinheiro dos impostos que teria de recolher.

 

- A Lei da Solidariedade é a forma mais direta que empresários e trabalhadores têm para dizer ao estado onde ele deve aplicar estes recursos. O dinheiro fica na região onde foi produzido e não vai parar no caixa único do governo -  disse Lara.

 

Instituída em 2002 e regulamentada no ano seguinte, a Lei da Solidariedade é um programa que tem por objetivo financiar a execução de projetos sociais por meio da renúncia fiscal de até 75% do valor aplicado. O incentivo viabiliza parcerias entre governo, entidades e empresas de pequeno, médio ou grande porte.

 

- Temos R$ 36 milhões disponíveis na Lei da Solidariedade como benefícios fiscais, mas pela falta de propostas o estado nunca repassou mais do que R$ 8 milhões anuais. A assistência social gaúcha deixou de contar com investimentos de R$ 200 milhões nos últimos dez anos, desde a criação da lei - informou o secretário.

 

Em Caxias do Sul, segundo o secretário, duas empresas que contribuem com projetos sociais por meio da Lei da Solidariedade são a Randon e a Vidroforte. O Instituto Elisabetha Randon, por exemplo, ajuda 14 organizações não governamentais que oferecem atividades como reforço escolar e oficinas em várias regiões do estado.

 

Para Lara, os benefícios gerados pela lei são vistos a partir da melhoria da qualidade de vida das pessoas, enquanto as empresas têm a certeza de que os recursos doados estão sendo bem aplicados.

Palavras chave: augusto lara - economia - solidariedade

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